Presidente do Paysandu admite pressão após queda à Série C e acesso do Remo

O novo presidente do Paysandu, Márcio Tuma, reconheceu a pressão de comandar o clube logo após o rebaixamento para a Série C do Campeonato Brasileiro de 2025, enquanto o maior rival, Remo, garantiu vaga na Série A. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Liberal +, em Belém.
Tuma assumiu a direção bicolor depois da renúncia de Roger Aguilera. Segundo o dirigente, a rivalidade histórica aumenta a cobrança, mas o foco precisa permanecer nos objetivos internos.
“Paysandu deve olhar para si”
“O Paysandu é gigante, tem processos próprios e não precisamos ficar o tempo todo olhando para o rival, até em respeito a todos os clubes que disputam o Campeonato Paraense”, afirmou o mandatário. Ele acrescentou que o momento é de reconstrução e que a diretoria trabalha em ajustes administrativos e financeiros.
Estreia no Parazão 2026
A primeira partida oficial de 2026 está marcada para o próximo domingo, 25 de janeiro, às 17h, contra o São Raimundo, na Curuzu, pela rodada inaugural do Campeonato Paraense. O duelo terá transmissão em tempo real pelo Portal O Liberal e pela Rádio Liberal +.
Além da reorganização interna, o clube opera com orçamento reduzido e aposta na utilização de atletas formados nas categorias de base, além de contratações específicas para a disputa da Série C.
Imagem: Internet
Márcio Tuma reiterou que a torcida pode esperar transparência nas decisões da presidência e reforçou que a maioria dos jogos da temporada acontecerá no Estádio da Curuzu.
O Paysandu segue no mercado em busca de oportunidades até o fechamento das janelas de transferências, enquanto estuda solicitar à CBF o adiantamento da cota da Copa do Brasil para 2026.
Com informações de O Liberal

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