Matheus Capixaba encara Edilson pela lateral direita do Paysandu e promete disputa “acirrada”

Aos 20 anos, Matheus Capixaba não esconde a ambição de assumir a lateral direita do Paysandu. Formado nas categorias de base do clube, o paraense afirmou que está pronto para brigar por posição com o experiente Edilson, jogador que ultrapassou a marca de 100 partidas e inicia a quarta temporada consecutiva na Curuzu.
“É uma satisfação enorme disputar vaga com o Edilson, excelente profissional. Ele passa muita experiência pra mim. Vai ser uma briga boa e acirrada; a gente da base está aqui pra isso”, disse Capixaba após o treino desta quinta-feira (22).
Do futsal à lateral direita
Nascido em Augusto Corrêa (PA), Capixaba começou no futsal e chegou ao Paysandu aos 17 anos como atacante, aprovado em peneira. Nos torneios de base, conquistou títulos estaduais atuando como ponta, meia e centroavante. A mudança para a lateral ocorreu no sub-20 graças a indicação do então técnico Nad, que enxergou na força e na explosão do atleta características ideais para o setor.
O apelido, explica o jogador, vem dos avós, naturais do Espírito Santo. “Sou paraense, mas a família pegou o ‘Capixaba’ e ficou em mim também”, brincou.
Aposta na base após rebaixamento
O Paysandu encara 2026 em processo de reconstrução depois do rebaixamento na Série B do ano passado, campanha marcada por 20 derrotas, 13 empates e apenas cinco vitórias. Com orçamento reduzido, a diretoria optou por concentrar os garotos no hotel Antônio Couceiro, dentro da Curuzu, desde 16 de dezembro, abrindo mão das festas de fim de ano para acelerar a preparação.
Capixaba estreou no time principal em 2025, mas vê o momento atual como uma “virada de chave”. “A gente está se preparando da melhor forma pra, quando chegar a oportunidade, estar pronto”, afirmou.
Imagem: Internet
Estreia no Parazão
A primeira chance de mostrar serviço será neste domingo (25), às 17h, na Curuzu, contra o São Raimundo, pela rodada inaugural do Campeonato Paraense. O duelo marca o reencontro do elenco com a torcida após a temporada mais difícil da década. “Sabemos da importância da torcida. Dá um friozinho na barriga, mas queremos trazer alegria para eles nesse novo momento bicolor”, concluiu o lateral.
O Paysandu segue treinando em regime de concentração até a estreia, com Edilson e Capixaba revezando nos trabalhos táticos comandados pela comissão técnica.
Com informações de O Liberal

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