Márcio Tuma expõe plano financeiro e estrutural do Paysandu para a temporada 2026

O presidente do Paysandu, Márcio Tuma, detalhou os primeiros passos da gestão bicolor para 2026 em entrevista ao programa “Golaço”, apresentado pelo jornalista Edson Matoso. Rebaixado para a Série C em 2025 e com credibilidade abalada no mercado, o dirigente admitiu as dificuldades, mas garantiu que o clube trabalha para resgatar a confiança interna e externa.

Table
  1. Folha salarial em dia
  2. Limite para gastos no elenco
  3. Estreia e obras na Curuzu

Folha salarial em dia

Tuma informou que a diretoria quitou a folha administrativa e a CLT do elenco profissional antes do quinto dia útil. O presidente destacou que a pontualidade será “cenário recorrente” em 2026, condição que, segundo ele, fortalece o ambiente de trabalho e legitima cobranças de desempenho.

“Temos executivo, treinador, diretores e subdiretores. Todos se sentem mais à vontade para cobrar quando o clube está com suas obrigações em dia”, afirmou.

Limite para gastos no elenco

Sem revelar números, o mandatário disse que o Paysandu definiu um teto para a folha salarial e que não pretende usar todo o valor no Campeonato Paraense. A estratégia é identificar carências no plantel e deixar margem para contratações pontuais ao longo da temporada.

Estreia e obras na Curuzu

O primeiro compromisso oficial do Papão em 2026 será em 25 de janeiro, contra o São Raimundo, pelo Parazão. Até lá, a diretoria espera concluir os reparos no gramado da Curuzu. Com cerca de 12 anos, o tapete passou por intervenção para retirada de ervas daninhas, nivelamento do solo e reposição de placas de grama.

“Estamos trabalhando para que tudo esteja pronto para a estreia. Ainda não está no estágio ideal, mas o serviço está em andamento”, concluiu Tuma.

Com informações de O Liberal

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