Paysandu aponta Lobo como principal fonte de receita ao completar 10 anos

Sumário:

A marca de material esportivo Lobo, criada pelo Paysandu em 2016, chegará ao décimo aniversário em 2026 consolidada como maior geradora de receita recorrente do clube.

Retorno financeiro

De acordo com balanço divulgado pelo Paysandu, a Lobo repassou R$ 11,21 milhões ao clube entre 2022 e 2024, superando com folga o segundo maior parceiro comercial, que aportou R$ 7,33 milhões no mesmo período.

Primeira fase (2016-2019)

Nos quatro primeiros anos, quando a operação era conduzida internamente, o projeto acumulou R$ 8,13 milhões, média anual de R$ 2,03 milhões. O modelo exigia gestão de estoque, logística e assumia custos trabalhistas, fatores que elevaram as despesas.

Modelo independente a partir de 2020

Com a eleição de Ricardo Gluck Paul, a marca passou a atuar de forma autônoma, repassando valores ao clube por meio de royalties e fundos vinculados. Entre 2020 e 2024, o novo formato gerou R$ 16,11 milhões, média anual de R$ 3,22 milhões — crescimento de quase 60% em relação ao ciclo anterior. Somente em 2024, os repasses somaram cerca de R$ 4,2 milhões.

Expansão das lojas

Mais de R$ 5 milhões foram investidos na profissionalização e expansão da rede de lojas, que adotou o sistema de franquias e triplicou a quantidade de pontos de venda.

Com os números apresentados, a diretoria alviceleste reforça que a Lobo seguirá como elemento central da estratégia financeira do clube nos próximos anos.

Com informações de O Liberal

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